segunda-feira, 6 de junho de 2016

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé.
Gálatas 6:10
O ESTUPRO DE DINÁ

Temos em Gênesis o relato de um estupro que gerou a morte de muitas pessoas. O texto descreve uma memória de violência, dor, decepção, vingança, roubo e assassinato:

"Diná filha de Jacó é violentada por Siquém, filho de Hamor (líder dos heveus e da região onde o estupro aconteceu). Após violentar Diná Siquém se apaixona por ela e pede que seu pai a peça em casamento para ele. Jacó fica sabendo do que aconteceu mas não toma nenhuma atitude, e quando seus filhos souberam ficaram indignados e furiosos.



Estudo sobre Gênesis 34

Published by Ron Crisp on 13/11/2015

INTRODUÇÃO
Temos aqui um triste incidente ocorrido na vida de Jacó. Muitos dos detalhes não são explanados, então devemos ter cuidado para não colocarmos culpa demais sobre Diná e a sua família. Há quem acredite que tudo o que ocorreu serviu como lição espiritual e castigo para vida dele [Hebreus 12:6 e 11]. No próximo capítulo vemos Jacó se aproximando mais de Deus.

I. DINÁ É DESFLORADA – VERSÍCULO 1-2.
De acordo com os costumes antigos, quando uma mulher estava sozinha, ela era considerada como estando fora de lugar, e, portanto, uma presa fácil. Novamente, não podemos julgar até que ponto Diná era culpada por se expor. Há várias coisas dignas de nota aqui:

A. A imoralidade é suja. A fornicação é espiritualmente e moralmente impura diante de Deus.

B. As más companhias são perigosas ao bem estar espiritual e moral dos jovens e velhos [Provérbios 13:20]. O povo de Canaã era terrivelmente idólatra e imoral [Deuteronômio 12:29-31]. Diná deveria ter se envolvido ou feito amizade com pessoas de bons princípios. Andar em território do Diabo é um convite ao desastre.

II. PADRÕES DIFERENTES – VERSÍCULOS 3-7.
Nem Siquém, nem seu pai Hamor, demonstraram sentir vergonha ou culpa pelo ocorrido. Siquém era mais nobre do que outros de sua tribo. Ele foi gentil com Diná, e não via motivos para que o pai dela ficasse preocupado. A pureza de uma jovem não representava nada para sua tribo. Este tipo de atitude está se tornando cada vez mais normal no mundo em que vivemos. A maioria dos jovens desconhece os padrões de moralidade. Entretanto, Jacó e seus filhos ficaram muito indignados. O povo de Deus sempre tem padrões diferentes do mundo. A pureza sexual deve ser o nosso padrão. Os Cristãos devem treinar e vigiar seus filhos, e se for possível, estas coisas devem ser evitadas.

III. UM POVO SEPARADO – VERSÍCULOS 8-12.
O povo de Deus é chamado para ser separado do mundo [II Coríntios 6:17]. Isto fica bem ilustrado quando Deus manda Israel não se misturar com as nações que estavam ao redor deles. Há, no entanto, a tentação de tornar-se um com o mundo. Quantas igrejas vêm isto acontecer! Se o plano de Hamor tivesse dado certo [vers. 8-10], Israel teria perdido sua existência como nação. Somente sendo um povo separado é que podemos ser usados por Deus.

IV. TRISTE ENGANO – VERSÍCULOS 13-19.
Uma demonstração de indignação contra o pecado pode ser uma marca da piedade [Efésios 4:26]. Esta forma de vingança, entretanto, não pode ser defendida. Eles usaram até mesmo o sinal da aliança com Deus (circuncisão) como parte de um plano brutal. Aquilo que é santo não deveria ser usado desta maneira.

V. HIPOCRISIA – VERSÍCULOS 20-24.
Que encenação hipócrita eles fizeram. Eles não foram as últimas pessoas a usarem a religião para motivos mundanos. Muitos têm se unido a uma igreja em busca de uma esposa ou para tentar vender alguma coisa para obter lucro financeiro. Note que a história que Siquém e Hamor contaram para o povo deles era bem diferente daquela que eles contaram para Jacó e seus filhos [compare vers. 10 com vers. 23]. Eles não tinham interesse nenhum pelo Deus de Israel ou pela prática da circuncisão.

VI. VINGANÇA – VERSÍCULOS 25-29.
O plano dos filhos de Jacó foi colocado rapidamente em prática. No terceiro dia após a cirurgia, enquanto os homens estavam incapacitados, Levi e Simeão assassinaram aqueles homens. O sinal da aliança de Deus foi utilizado como um acessório de assassinato. Algumas pessoas tentam justificar este ato brutal dizendo que Israel recebera ordens para destruir estas tribos. Entretanto, esta ordem somente seria dada no futuro [Gênesis 15:16]. As ações destes homens foram motivadas apenas pela vingança. (Nós não temos todos os detalhes deste massacre. Evidentemente, a vila deveria ser bem pequena, e é bem provável que os homens foram reunidos sob alguma pretensão. Nós sabemos que Levi e Simeão eram irmãos legítimos de Diná, e talvez por isso tomaram a causa como sendo pessoal. Compare Gênesis 29:31-34 com Gênesis 34:1).

VII. A ULTIMA PALAVRA – VERSÍCULOS 30-31.
Jacó ficou muito irritado com o estupro de Diná, mas não concordou com o que seus filhos fizeram. Ele também viu o perigo disto. E se os povos vizinhos se voltassem contra eles? Nada, porém, podia apaziguar a ira de Levi e Simeão. Em versículo 31, eles parecem ter tido a última palavra. Isso, no entanto, não ocorreu. Já estando prestes a morrer, Jacó os repreendeu novamente [Gênesis 49:5-7]. A indignação moral era recomendável, mas a indiscriminada ira que eles demonstraram foi horrível.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Porque o Senhor fará justiça ao seu povo, e se compadecerá de seus servos; quando vir que o poder deles se foi, e não há preso nem desamparado.
Deuteronômio 32:36

Soldado Ferido

 (Filipenses 3:12-14) 
 Paulo de Tarso era um grande apóstolo, um guerreiro, um idealista perseverante e muita vez frustrou-se em sua caminhada; foi agredido, preso, passou fome, sofreu naufrágio, mas é exemplo de um soldado. Usaremos a sua história para meditarmos na vida de um soldado quando ferido. 
Se por algum motivo estamos vivos, feridos ou não, somos um sobrevivente. Soldado é um combatente que tem que vencer e somos como ele, pois dia após dia, temos que travar nossas batalhas, seja em que área for, pois “viver é perigoso”. O perigo está presente no ar, no mundo físico, no espiritual e o próprio homem é um perigo para o seu semelhante. A cada momento poderemos nos tornar uma baixa, pois somos cercados por perigos mil o tempo todo, sem termos como evitá-los, impedí-los de existirem ou de crescerem; e muitas vezes não sabemos de onde vêm e qual é a sua proporção. É uma guerra pela vida, pela sobrevivência e o Salmo 124:3 e 7 (leia), nos mostra como é esta guerra. O nosso maior problema é que, às vezes, quando somos feridos, reagimos como se tivéssemos sido mortos. Queremos desistir da guerra, mas não a perdemos, pois ainda estamos vivos. Se ainda há vida, oportunidades existem, portanto tudo ainda pode acontecer.  O apóstolo Paulo, neste texto aos filipenses, diz que não se julga perfeito, nem se considera um vencedor, acha que não conquistou tudo, mas afirma que uma coisa faz – se esquece do que para trás ficou, prossegue para o alvo porque quer conquistar aquilo pelo que foi conquistado. É uma declaração muito profunda e refere-se desde a queda do homem no Édem, quando perdeu a sua guerra e o inimigo venceu tornando-o seu escravo para sempre; mas um dia Deus resolveu ter o homem de volta comprando-o. Paulo diz: “quando fui comprado de volta, recebi este prêmio – fui vocacionado; Deus premiou-me com Jesus Cristo e isto é uma soberana eleição, pois fui conquistado. Uma vez conquistado, não desistirei desta guerra, mas vou conquistar tudo o que Deus conquistou para mim”. No v.13b, ele fala “das coisas que para trás ficam”, ou seja, o passado, que pode ser um local, uma situação, um caminho, um lugar onde “encalha” a maioria das pessoas que não consegue lidar com o presente; em suas vidas, o passado não passou, deixando assim de ser passado para ser presente. Este passado é a causa de muitas tragédias, tristezas, perdas, fracassos; põe trava no presente e impede a pessoa de vislumbrar o futuro. Assim dá oportunidade a quem as feriu de, todos os dias, atualizar suas dores.
Temos dois tipos de passado; o bom e o ruim. Pela sua própria natureza, o passado ruim já deveria ser sepultado de imediato, mas muitas pessoas insistem em tê-lo presente em suas vidas, quase como uma doença incurável. E ao revivê-lo, as pessoas se colocam como vítimas, mas até no passado ruim, nem tudo é ruim, pois a pessoa é uma sobrevivente e tem algo a alcançar. É uma infecção que não a matou, uma ferida que ainda não foi letal e tudo depende de como lidará com ela, que poderá arruinar ou sarar. Se este passado não passa, ficamos impedidos de “prosseguir para o alvo”. Mesmo o passado bom deve ser sepultado, pois “águas passadas não movem o moinho”, ou seja, a alegria, as bênçãos, a proteção de ontem foi para ontem, e precisamos de outras para hoje. Não podemos ser eternos saudosistas, vivendo do passado, pois acabaremos esquecendo-nos que ainda estamos em guerra.
                            Viver é um desafio tão grande que muita gente desistiu de viver, de sonhar, de ser uma benção, de curar, de ajudar, de prosseguir, pois já entregou as armas, “já cruzou os braços” e deve ter alguém guerreando por ele. Se uma ferida muito antiga ainda dói, sem dúvida alguma ela está sendo atualizada como se tivesse sido aberta hoje pela manhã ou ontem ao entardecer. Satanás é um especialista em ferir almas e alguma vez consegue seu intento; faz de tudo para impedir que a pessoa esqueça essa dor, trazendo-lhe sempre à memória o momento em que foi ferida, tendo a angústia, a tristeza e a dor revividas.
Um soldado ferido precisa ser curado, restaurado para poder voltar para a guerra, pois ele não foi morto. Se ainda estamos aqui, mesmo depois de muito feridos, é porque Deus nos deu uma nova oportunidade. Na segunda carta aos coríntios, Paulo escreve: “Irmãos, não queremos que vocês desconheçam as tribulações que sofremos na província da Ásia, as quais foram muito além da nossa capacidade de suportar, ao ponto de perdermos a esperança na própria vida” (2 Co. 1:8) (NVI). Referia-se ao naufrágio ocorrido no mar Adriático quando ele e os seus companheiros alcançaram, a nado, a ilha de Malta e ali foi picado por uma víbora (Atos 27:27-44; 28:1-6). Ele não se recolheu numa cabana ou numa caverna e ficou a lamentar todos estes infortúnios aguardando a morte, mas diante desta nova oportunidade de vida, propôs-se a esquecer o que para trás havia ficado. Muitas vezes foi duramente rejeitado pelos religiosos, em outras, foi caluniado, injustiçado, mas no dia seguinte, tudo isso era para ele passado. Declarou aos gálatas que aprendeu do Senhor o que havia lhes ensinado e tinha sido muito grande seu aprendizado com a Palavra e com a revelação direta de Jesus Cristo (Gálatas 1:11-12).
                             Encontramos muito mais na vida de Jesus que era golpeado pelo inferno, sem dar-lhe uma trégua, durante os três anos do seu ministério. Apesar de diariamente ser ferido, continuava saudável, socorrendo feridos, pois entendia cada dia como uma benção de Deus, apesar de, em vários momentos, estar triste, irado, nervoso com a “dureza de coração” das pessoas. Assimilava o golpe recebido e constatando mais uma oportunidade que Deus lhe dava ao permanecer vivo, prosseguia para o alvo; tinha um projeto e sabia exatamente onde sua vida terminaria. Apesar de não sabermos do final da nossa, entendemos que a cada dia que o Senhor nos dá, precisamos nos esquecer das coisas que para trás ficam, quer sejam boas ou ruins; caso contrário este passado nos impedirá de vivermos o presente. Os grandes fatos históricos se tornaram relevantes depois que passaram, pois no momento em que ocorreram, seus personagens não tinham consciência da sua importância sendo algo espontâneo, heróico, que nascia ali. Temos como exemplo algumas frases ditas e atitudes que se tornaram históricas mesmo tendo sido ditas em momentos cruciais: “Independência ou Morte”; “Se é para o bem do povo e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico!”; “Tu és o Cristo, filho do Deus vivo!”; o dia em que os turcos invadiram Constantinopla; o dia D na 2ª guerra mundial; o ato da mulher derramar um frasco de alabastro, contendo nardo puro, um ungüento caríssimo, sobre a cabeça de Jesus; e seus autores não tinham a menor idéia se estariam vivos, ou não, no dia seguinte.
Quando a história da nossa vida está acontecendo, não temos consciência disto. Deus nos dá uma dádiva chamada “presente” porque é o único degrau que podemos galgar para alcançarmos o futuro. Ninguém sabia que aquela criança nascida numa manjedoura, que aquele homem da carpintaria, teria uma vida tão rica que todos os livros do mundo não poderiam conter a sua história. Nunca escreveu um livro; apenas algumas frases na areia sem que alguém soubesse suas palavras. Ele viveu cada dia como um sobrevivente; teve um ideal, proferiu ensinamentos, realizou milagres, viveu intensamente cada dia que Deus lhe deu porque a vida vem de Deus. Deus não nos criou para nós mesmos, mas sim para Ele e para que vivêssemos eternamente – este é o alvo! Por isso Jesus disse: “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;” (João 11:25b), mas se alguém desiste da vida , ainda que seja em vida, ele morre e para sempre. O problema do homem é o seu pecado, que lhe trouxe como conseqüência a morte, mas Jesus vem ao nosso encontro, toma sobre Si os nossos pecados e morre a nossa morte; devolve-nos a vida e nos diz: “Você está novamente vivo! Entre na guerra, entre na luta e conquiste aquilo que foi conquistado para você”.
                              Toda pessoa que vinha a Jesus, independentemente do tamanho da ferida que tinha, Ele a curava. Dizia: “vai e apresente-se ao sacerdote”; “lave-se no tanque de Siloé”; “não peques mais”; “ninguém te apedrejou, também eu não o faço”; “vamos recomeçar”... Existe um novo tempo na vida de cada pessoa que teve um encontro com Jesus porque se ficarmos “morrendo” em nosso passado, falando das nossas carências, nossas perdas, nossas limitações, nossas doenças, nossas pobrezas, daquilo que não deu certo, simplesmente estaremos fazendo uma apologia, um elogio à sabedoria do nosso inimigo que nos feriu. Vamos enaltecendo os feitos do adversário, suas armadilhas, seus alvos, suas conquistas, ao mesmo tempo em que morremos mais um pouco ao desistirmos de ter uma reação que nos conduziria à cura. Quando o filho pródigo estava numa terra distante, passando fome, numa reflexão sobre tudo o que deixou de ter ao abandonar a casa paterna, e como estava vivendo, tomou uma decisão – retornar à casa do pai (leia Lucas 15:11-32). Na terra que estava e com as pessoas que vivia, não havia perspectiva alguma de Vida – lá era a Morte. Tudo o que ele havia abandonado, já havia sido conquistado para ele pelo pai; chegou o momento em que tinha que escolher entre ficar vivendo “o presente”, entendendo que cada dia é uma oportunidade (quantas pessoas não morreram hoje?), ou desistir da vida permanecendo naquele lugar.
Tal qual o passado, o futuro também não pode ser vivido no presente, pois se torna uma tragédia. É sofrer uma dor que ainda não doeu, é lutar contra uma doença que ainda não chegou, é viver uma tragédia que ainda não aconteceu, é sentir os traumas da derrota de uma guerra que ainda não foi travada. Vive-se o medo, a ansiedade, trazendo à existência aquilo que ainda não existe.
 Temos da parte de Deus uma vocação, um chamamento, uma nova oportunidade; estamos vivos, sabemos que Cristo vive e somos cercados por constatações maravilhosas. A pior tragédia que pode acontecer com alguém, é morrer sem Deus, pois esta é uma morte eterna. O homem pode morrer por um erro, um fracasso, um pecado, uma loucura, um acidente, uma enfermidade, pela maldade de outro homem, por uma cilada do inimigo e Deus pode até permitir que o inimigo tire a vida de um filho seu. Em Lucas 12:4 e 5 , Jesus chama de “meus amigos” a pessoas que talvez estivessem dispostas a ouví-Lo, mas não ainda inteiramente decididas por Ele e lhes diz:”não temeis os que matam o corpo e, depois disso, nada mais podem fazer. Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que depois de matar, tem o poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer”. Temos que temer a Deus que é um justo Juiz (leia Tiago 4:12), e depois da vida Ele dará um destino eterno à alma.
Depois disso, a melhor coisa que pode nos acontecer, é morrermos com Deus, pois em João 6:40, Jesus revela: “de fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. E Jesus tem crédito para falar isto, pois venceu a morte. Aleluia! Se assim for, temos motivos mais que suficientes para continuar vivendo, mesmo feridos. No último momento de Sua vida, Jesus bradou na cruz do calvário – está consumado! Não implorou por sua vida suplicando -  “tenha misericórdia, não faça isto comigo!” Enalteceu a Deus tendo seu ideal alcançado. Enaltecer a Deus significa valorizar cada oportunidade de vida que Ele nos dá. Enaltecer o inimigo é valorizar cada coisa que ele nos tira na vida. Por causa do próprio homem que deu legalidade ao inimigo, muitas vezes ele consegue roubar, ferir, magoar, entristecer, colocar reino contra reino e nação contra nação, homens contra homens, familiares contra familiares e vai usando vidas para ferir vidas e causando tragédias. Assim temos que entender que os problemas, sejam eles materiais, sociais, naturais ou espirituais, não deixarão de existir.
                             O mundo está num processo degenerativo em todos os sentidos, portanto os dias finais serão difíceis, os problemas aumentarão e para que não sejamos tragados por eles, precisamos crescer, tomarmos decisões que se tornarão heróicas. Quando os discípulos disseram para Jesus: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir? (João 6:60). “À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e deixaram de segui-lo.Jesus perguntou aos Doze: “Vocês também não querem ir?” Pedro lhe respondeu: “Senhor, para quem iremos? Só tu tens as palavras de vida eterna”. (João 6: 66 – 68). Aquilo marcou suas vidas. São frases de alguém que estava vivendo um momento difícil na vida e ali, como um sobrevivente, vive o presente como um guerreiro, como um idealista.
Se nós, como Igreja do Senhor, conhecemos o plano de Deus para a Igreja, então sabemos que o inferno nunca vencerá a Igreja, Aleluia! E que Deus nunca desistirá de nós, pois nos ama de um modo que não podemos compreender; portanto, só perderemos a guerra, se desistirmos dela. Deus está no controle de todas as coisas; tem tudo planejado para cada um de nós, mas disse: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo” (João 16:33); Ele jamais afirmou que não seríamos feridos. Ele próprio o foi, os que vieram após Ele, também o foram e não será diferente conosco. Ser ferido não significa estar abandonado por Deus, mas vivendo um ato da sua misericórdia. Ferido é sobrevivente e pode ser curado, voltar para a batalha e guerreando mudar a história da sua vida, saindo vencedor. Se conhecêssemos até a metade da história de cada um dos heróis da Bíblia, teríamos a certeza de que morreriam a seguir. Ao lermos a história de José do Egito até a metade, chegaremos à conclusão de que se ele sobrevivesse aos seus infortúnios, não seria mais uma pessoa normal; mas prosseguindo a leitura até o seu final, vemos que apesar dele haver ficado um bom tempo na prisão, de ser escravo, de sofrer perseguição e ser injustiçado, Deus estava preservando sua vida, e cada dia que vivia, quer seja na prisão, quer como escravo, em qualquer lugar que estivesse, não desprezava a oportunidade que Deus lhe dava. O mesmo aconteceu com Moisés e com os demais e pode acontecer com a história da nossa vida. Existem problemas mil, mas o sangue de Jesus tem poder e Seu nome tem autoridade sobre qualquer um deles. Aleluia! Jesus é a nossa soberana vocação. Paulo escreveu: “ Prossigo para o alvo por causa do prêmio da vocação, a saber, Jesus Cristo”. Se tivermos Jesus Cristo em nossa vida, não teremos motivo para desistir jamais, seja qual for a circunstância. 

Obs: Texto baseado na mensagem proferida pelo PR. Luiz Carlos Gomes e redigido por Tânia Sueli Lemos da Silva.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Versículo do Dia



Versículo do Dia


E porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis.
Ezequiel 36:27

ORAÇÃO PARA QUEBRAR AS FORTALEZAS
A destruição de fortalezas é a remoção destas velhas maneiras de pensar para que a presença de Jesus Cristo possa se manifestar através de nós. “Pois, embora vivamos como homens, nós não lutamos segundo os padrões humanos; as armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas...” (II Co.10:3-5).

Pai celestial há áreas em minha vida (nomeie audivelmente os pecados habituais) que eu não submeti completamente ao meu Senhor Jesus Cristo. Senhor perdoa-me pela transigência. Eu também peço coragem para demolir as fortalezas sem relutância ou engano voluntário em meu coração;
Pelo poder do Espírito Santo e no Nome de Jesus, eu amarro as influências satânicas que reforçavam a transigência (acomodação) e o pecado dentro de mim. Submeto-me à luz do Espírito da Verdade para expor as fortalezas do pecado dentro de mim. Pelas armas do Espírito e da Palavra, proclamo que cada fortaleza da minha vida está derrubada!
Proponho-me, pela graça de Deus, a ter somente uma fortaleza dentro de mim: a fortaleza da presença de Cristo!
Obrigado, Senhor, por me perdoar e me purificar de todos os meus pecados. E, pela graça de Deus, eu me proponho a mudar nesta área até que as ruínas desta fortaleza sejam removidas de minha mente! Obrigado, Pai. Em nome de Jesus. Amém!

sábado, 21 de maio de 2016

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Atendei-me, povo meu, e nação minha, inclinai os ouvidos para mim; porque de mim sairá a lei, e o meu juízo farei repousar para a luz dos povos.
Isaías 51:4